No Distrito Federal, a Administração do Itapoã perde a Coordenadora de Obras por Assédio!
O Governo truculento e chantagista do Distrito Federal faz escola e é bem representado em seu modelo de gestão em mais um exemplo deflagrado essa semana.
A saída da Coordenadora de Obras, por não aceitar atitudes severamente desrespeitosas do Administrador da Regional do Itapoã, revela o ambiente de trabalho tóxico a que são submetidos os trabalhadores do GDF.
A Administração do Itapoã é gerida pelo baiano e primeiro sargento da PMDF, Sr. Dilson Bulhões.
O número de servidores(as) que deixam seus cargos devido ao ambiente exageradamente autoritário na gestão da Administração é uma crescente alarmante, mas o Governador não toma qualquer medida a respeito por ser condizente com seu modus operandi.
O Itapoã enfrenta uma crise interna lastimável marcada pela saída de profissionais competentes do quadro de servidores, deixando a população carente da região ainda mais abandonada!
O clima imperativo imposto pelo atual gestor tem provocado seguidas exonerações e pedidos de demissão rotineiros, mesmo diante da grande necessidade financeira desses trabalhadores quanto aos seus salários.
A mais recente baixa é da Coordenadora de Obras, que foi obrigada a deixar o cargo por não aguentar o intenso assédio profissional sofrido no ambiente de trabalho pelo seu superior hierárquico. Segundo relatos recebidos de quem atua na Regional sob o pedido encarecido de sigilo, a pressão irracional e o tratamento desumano imposto pelo Sr. Dilson Bulhões torna insustentável a permanência de qualquer profissional que queira preservar sua saúde mental, vitimando agora a Coordenadora de Obras.
Pontualmente nesse caso, vale ressaltar que a ex-servidora é responsável por excelentes trabalhos executados nessa Administração por mais de uma década, cuja carreira traz atuação e realizações em outras Administrações do Governo do Distrito Federal, colhendo elogios formais por onde passou profissionalmente.
Certamente o Governo Ibaneis/Celina não tomará qualquer medida, restando à vítima constituir um(a) advogado(a) e buscar a Justiça.
Os que ainda resistem aos assédios do Administrador do Itapoã, além do pedido de socorro, denunciam que o ambiente de trabalho já está deteriorado e a situação só se agrava com o tempo, prejudicando a gestão pública e a execução dos serviços, tão importante para a comunidade local.
Esses servidores resilientes, que ainda permanecem em suas funções, enfrentam severas dificuldades para manter a qualidade dos trabalhos diante do clima hostil e do terror da constante ameaça de exoneração.
Importante salientar que uma chefia com essas características animalescas afetam não apenas o desempenho laboral, mas também a saúde física e mental direta dos chefiados e indireta de vossas famílias, sendo ainda passível de processo cível e penal, tanto contra o GDF como contra o próprio autor irascível.
O pseudo Administrador parece querer transportar seus traumas e complexos do Estado mais violento do Brasil (Bahia), onde se vive sob o medo e a extorsão, para Brasília.
A Administração Regional não é um batalhão da PM; Os servidores não são aspirantes ao BOPE; Covardia não representa os policiais dignos desse País, quanto mais os Sargentos; e Assédio é um ilícito civil e trabalhista, e pode ser enquadrado como crime!
30/11/25
Equipe Espia Essa 🔍